5 esportes que eu praticaria

Olá pessoal, tudo bom com vocês?
Pra quem não sabe, eu trabalho com esportes há um tempinho e AMO de verdade esse ramo, mesmo sendo tão masculino. Muitas coisas me levaram para este seguimento e a paixão por esportes em geral me fez mergulhar de cabeça nessa área. Geralmente quem curte jornalismo esportivo bate uma bolinha nos finais de semana ou pelo menos joga sinuca, mas eu nem isso faço. Que contradição, não é? Um dos temas da blogagem coletiva do Rotaroots do mês de agosto é falar sobre 5 modalidades esportivas que eu, Geovanna, gostaria de praticar e acabei de lembrar que falta apenas um ano para os Jogos Olímpicos no Rio!!! Estou super ansiosa! 

Chega de bla bla bla e vamos ao que interessa, as modalidades:

1- Futebol - PORQUE SIIIIM!!! Eu amo-adoro esse esporte maravilhoso.



2- Hipismo - Acho chique.



3- Esgrima - Acho chique 2.0.
  


4- Ginástica Olimpica - Já viram as pernas das mulheres que praticam? Show!



5- Nado Sincronizado - Se eu soubesse nadar, já seria meio caminho andado.


E vocês, praticam algum esporte? Praticariam quais?
Beijinhos, 
Geo



10 coisas que me lembram o tempo de colégio

Olá meninas, tudo bom com vocês?

O tema de hoje me trás boas e recentes lembranças, o tempo de escola. Confesso que quando eu ainda não estava na faculdade, sonhava em deixar o colégio, fazer novos amigos, ser mais independente, mas na realidade eu percebi - tardiamente - que a escola era o melhor ambiente para mim e eu realmente sinto falta de lá. Sinto saudades da disciplina, de ter os mesmos e fieis amigos, de não ter responsabilidades e de quando ser jornalista era só um sonho.

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1- No meu primeiro dia de aula a minha mãe falou que eu não chorei. Sentei na cadeirinha e simplesmente disse "tchau mainha". Sim, apenas isso! Já para ir pra faculdade, fui aos prantos. Não sabia qual ônibus pegar, onde ficava a universidade e muito menos a minha sala. Foi terrível, entrei em um ônibus completamente estufado de gente e passei por locais na minha cidade que até então não sabia que existia. Engraçado né? Deveria ter sido o contrário.

2- Eu sempre gostei de mandar e essa minha característica eu não larguei dela! hahha O problema é justamente esse. Quando eu ainda estava na escola eu dava meus pitacos nos trabalhos (que tínhamos que apresentar bimestralmente cerca de 12 seminários), mas não fazia muita coisa para ajudar! Pegava a minha parte do projeto e pronto. Hoje na faculdade esse meu espírito de liderança me permite não sair dos eixos e acabo sempre pegando no pesado durantes dos trabalhos. Delego funções, prazos e cobro mesmo, antes o pessoal era quem fazia isso comigo.

3- Esse deveria ser o tópico número 1 por grau de importância, transporte. Quando eu estudava na escola, minha querida mãe iria me pegar e buscar. Eu andava de ônibus uma vez perdida nas sextas-feiras e as vezes ou o meu pai iria me buscar, Olha que a escola era relativamente perto da minha casa e eu pegava apenas um ônibus. Hoje pego 2 para ir e 2 para voltar da faculdade, passo cerca de 2h30 nesse processo e é disso que mais sinto falta, minha mãezinha me buscando de carro :/


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4- Não faz muito tempo assim, mas naquele tempo não tinha whats app, então, conversávamos por papel, troca de olhares, conversa baixa... Ah, que saudade! Era tão bom e puro sabe? Por mais que a gente falasse  mal do pessoal, não tinha troca de imagens e nem de áudios como hoje. Era bom e eu sinto falta.

5- Festas. Acreditam que eu saia mais para festas no tempo de escola do que agora? Pois é, acho que vivi fases contrárias na minha vida. Acho que por ter naquele tempo amizades mais sinceras que não me deixavam só e de fato era amizade. Bons tempos, old but gold, ever.

                                                                                                   
6- Provas. Apesar de não estudar absolutamente nada na escola, eu fazia provas toda sexta-feira e isso não foi capaz de me tornar uma pessoa responsável e dedicada aos estudos, até chegar na faculdade. Apesar de lá não ter provas (acho que fiz umas 3,4 até agora), ou eu estudo ou eu me ferro, simples assim e como vocês podem advinhar, eu não quero me ferrar e acabo estudando, muito. Ah, um pequeno e importante detalhe: na escola os professores falavam exatamente o que iria cair em cada questão, na universidade eles mal tocam nesse assunto.

7- Sono. Eu dormia cedo, acordava mais tarde do que hoje e dormia a tarde toda. Gente, vocês percebem o quanto que eu era feliz no tempo de escola? Cara, eu poderia viver tranquilamente essa fase todos os dias da minha vida! Quem não? Hoje acordo  5h30, e durmo umas 1h30 da manhã e as vezes cochilo no ônibus também. Sim, eu sinto falta do meu sonho e sonhos que ainda não tive por não ter tempo para dormir.

8- Engraçado que quando a gente vai crescendo, os nossos sonhos e metas vão mudando, não é? Para mim mudou alguns, como vocês sabem, eu sempre quis ser jornalista e digamos que estou bem perto (três períodos nos separam) de pegar meu diplominha lindo -sim, jornalista de verdade é diplomado-, mas no tempo de escola eu queria ser jornalista E musa do brasileirão! haha digamos que o segundo sonho está temporariamente riscado da minha lista e eu trocaria o título de musa pelo de Mestre. Olha só o que o tempo faz conosco!

9- Agora se tem uma coisa que eu não sinto a mínima saudade é do boletim. Deixa eu explicar, a média da escola onde estudei era 8,00 e quem tirava três notas abaixo disso, o papai tinha que ir lá e pegar o boletim com as médias bimestrais dos alunos. O problema é: nunca recebi o boletim na sala, de tão ruim que eu era. Mas hoje em dia as coisas mudaram, sabe? Difícil é ver um 8,00 nas minhas notas da universidade, não sei se por trauma ou por realmente querer ser uma boa profissional, mas as minhas notas caminham (na medida do possível e quando o professor entende isso) para mais que um simples 8,00. E disso eu me orgulho ♥

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10- Nada mais me faz falta nos tempos de escola do que as minhas amizades. Grupos de whats app, face, se encontrar no busão, fazer reencontros durante o ano.. nada, nada, nada se compara com o convívio diário e o amor que cultivei por cada um dos meus amigos de escola. Trocaria muita coisa por te-los ao meu lado todos os dias novamente.


Essa postagem faz parte da blogagem coletiva do grupo Rotaroots que tem como o obejtivo relembrar o tempo da blogosfera old school!

Gostaram do tema? Chorei e sorri fazendo o post, ficou grande mas foi de coração!

Beijos

O que deixarei para trás

Olá pessoal

Fim de ano é tempo de reflexão não é? A gente para e começa a pensar que janeiro foi ontem e que muita coisa mudou. Alguma delas conforme os nossos planos, outras dependendo das vontades alheias. O que importa é que a terra está completando mais uma volta em torno do sol e em 2015 muita coisa vai mudar, você querendo ou não! Nem que seja a troca de novelas no horário nobre, tudo muda, você vai ver.

Nesse período reflexivo decidi listar as coisas que quero deixar no ano de 2014 e começar 2015 só vibrando amor e paz. Vamos conferir a lista? São apenas 5 pratos que quero quebrar e deixar no passado (que poderiam ser bem mais, vai).



Preguiça 
Acreditam que o meu pai me chamava de "Rainha da Preguiça"? Acho que agora é a hora de virar do avesso e ter menos preguiça. Controlar mais ainda o meu tempo e com essa organização, ter mais energia e vontade para fazer tudinho que me for proposto.

Sentimentos ruins
Infelizmente em 2014 fui prejudicada profissionalmente por atitudes vazias de gente sem coração. Graças ao meu bom Deus as coisas deram a volta por cima, mas gostaria muito de tirar o rancor do meu coração. Que os sentimentos ruins que este ano me proporcionou, fiquem no dia 31 de dezembro de 2014 e não ultrapassem a barreira do novo ano.

Reclamações
Pode não parecer, mas eu reclamo pra caramba! Reclamo do ônibus que atrasa, da roupa que fica grande em mim (alô torcida do PP e do nº 36, aquele abraço!), reclamo do frio, do calor, da falta de dinheiro, da minha mãe que reclama demais. Por diversas vezes eu esqueço que tenho uma cama quentinha, uma roupa mesmo que grande, a capacidade de pensar e de trabalhar para correr atrás dos meus sonhos. Quero deixar as reclamações - em excesso - presas  em 2014.

Medos
O medo faz parte da vida de todo mundo certo? Em certos momentos o meu perfeccionismo fora do normal faz com que o medo de errar tome conta de mim. As vezes eu acredito que o medo pode ser o gás para nos levar à vitória, mas não podemos ser reféns do medo, fazer dele uma meta a ser superada e não algo que nos deixe acuados. Quero deixar o medo do fracasso em 2014, até porquê errar faz parte do crescimento de cada um (mas que eu erre menos, rs).

Ansiedade
Gente, vocês não têm a noção do quão ansiosa eu sou. Marque algo comigo para daqui há 6 meses eu eu já tenho todos os planos traçados até o dia. Ser planejada é bacana, mas tira o brilho de ser surpreendida por algo que não dá certo, ou não permite que algumas coisas saiam da rota do planejamento (o que acontece com frequência e me deixa super irritada).

Essa postagem faz parte da blogagem coletiva que o grupo Rotaroots propôs para o mês de dezembro. O grupo é super legal e visa o resgate da blogosfera "oldschool", dos velhos tempos.