2017 me ensinou a ter paciência

Olá pessoal, tudo bom com vocês?

Acho que época de final de ano é uma máxima entre quase todos os usuários da internet fazer uma retrospectiva. Entre coisas boas e ruins, todo ano deixa sua marca na nossa história e 2017 me ensinou a ter paciência. Paciência para aceitar que nem tudo que eu quero acontece no meu tempo e sim no de Deus. Paciência para saber que o dia de amanhã não me pertence e que é necessário entregar tudo nas mãos d'Ele.


Logo no início do ano, estive em algumas situações que me mostraram que o ano iria precisar de minha paciência. A câmera que eu tanto queria não seria comprada em janeiro, o "sim" que eu queria veio bem depois de um "coloque mais amor no seu texto". De cara eu entendi que 2017 seria um ano em que eu teria que descobrir algo que eu ainda não tinha exercitado: minha capacidade de parar, analisar meu redor e fechar os olhos. A paciência é uma prática.

A câmera veio, veio quando tinha que vir e o melhor, com o precinho que eu poderia pagar à vista! O tão sonhado emprego veio também, junto com ele aquilo que eu achava que era meu último período de faculdade. Para ter mais 6 meses no estágio, optei por adiar em um semestre a minha formatura. Esta decisão, que foi a melhor que eu poderia tomar, só começou a fazer sentido depois, quando meu esposo saiu do trabalho. Se eu não tivesse tomado essa decisão, seriam dois sem empregos hehe. Bom, antes disso, comecei a estudar sobre fotografia e juntar dinheiro para trocar de celular e isso sim foi muito positivo! Juntar dinheiro querer disciplina e... paciência!

Tive experiências profissionais muito válidas em 2017, válidas especialmente por me darem oportunidade de crescer como profissional e como pessoa paciente. Trabalhei em um evento religioso durante o carnaval, foi um evento puxado, corrido, mas extremamente prazeroso, onde eu vi que eu conseguiria ir além, independente de onde eu atuasse, desde que eu tivesse amor e paciência para aceitar cada passo de uma vez. Entreguei cestinhas primorosas à imprensa, em um job super bacana com a Primor no São João e, consequentemente, neste período encontrei amigos maravilhosos que moram longe da Paraíba. A paciência está também em entender que uma amizade para ser verdadeira, não precisa ter contato todos os dias, muito menos morar perto.

Estudei muito! Fiz dois projetos de mestrado, escrevi dois artigos (com co-autoria e autoria de coleguinhas), fiz um TCC e comecei outro! Tudo isso em 2 meses! 2 meses em que precisei ficar só com meu filho, estudando, trabalhando e sendo mãe! Como foi difícil, como pensei que iria desistir de tudo e ir embora... Como precisei de paciência para entender que Deus faz tudo no seu devido tempo e que o tempo divino não é o mesmo do meu relógio apressado 15 minutos.

O mestrado não veio e eu chorei. Chorei, mas passou. Passou porquê não era a hora, a minha hora. Entendi, sobrevivi. Tive paciência.
Comecei a trabalhar como social media, estudando e me aprimorando. Tive que ter muita paciência e maturidade para entender que sonhos podem sofrer alterações de percurso, mas ainda continuam sendo sonhos, independente de onde estiver. É como aquela frase diz "floresça onde Deus te plantar".

Em 2017 nasceu minha afilhada, conheci São Paulo,  estudei pra caramba, não fiquei rica, nem coloquei silicone, mas são promessas para caso eu ganhar a mega da virada hehehe.

Beijinhos


Melhores looks Coachella 2017 #day1

Olá pessoal, tudo bom com vocês?

Verdade seja dita, sempre que pensamos no festival Coachella, pensamos logo em looks babadeiros, com muito lacre e bastante identidade. Chega a ser algo bem característico, né? Você olha assim e pensa "esse look tá bem Coachella". Sempre tive vontade de saber mais detalhes do evento e da construção dos icônicos looks, mas, como estou aqui na minha casinha, aproveitei que o Stories está bombando e pude acompanhar mais da preparação de quem vai ao festival.

-> Dica para quem ainda quer acompanhar os bastidores e o clima sensacional do Coachella nos próximos dias do evento: 
Assista os stories de quem vai para o festival através das geolocalizações: Coachella Music and Arts Festival e Palms Springs. Assim conheci perfis maravilhosos e inspirações divinas!

Bom, voltando aos looks... Sempre fico naquela expectativa de ver muito estilo indie, folk e boho. Aliás, esses estilos começaram, ao meu ver, a virarem algo mais massivo, comercial, graças ao Coachella. As meninas que vão ao festival, primam pelo conforto e por montar algo que no dia a dia, fica apenas no nosso imaginário.

O que eu vi: muito top strappy, colares e mais colares de prata envelhecida, gliiiiitter aos montes, cabelos trançados, jeans, maiô, casacos de pêlo, transparência, entre outros.

Confiram algumas fotos direto do instagram!!






As brasileiras fizeram bonito!!!











Gostaram do post?
Quem sabe um dia eu vou ao Coachella e mostro os bastidores para vocês? hahaha
Beijinhos,
Geo


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O que achei do filme A Bela e a Fera

Olá pessoal, tudo bom com vocês?

Nesta semana fui assistir ao tão sonhado filme estrelado por Ema Watson, nossa Hermione. Desde que foi anunciada a adaptação do clássico desenho, eu contava os meses e depois os dias para conferir de perto este conto de fadas, um dos meus preferidos. A história da Disney que mais curto é a da Cinderela, mas assisti ao live-action e saí da sala de cinema maravilhada pela história, mas com um certo ~desgosto~ por ter esperado que parecesse mais com o desenho, o que não rolou. Já com a Bela e a Fera foi diferente, até o grande número de músicas, tradicionais nas animações da Disney, estiveram presentes ao longo de todo o filme.



O filme é mágico. Isso não tem como negar. E mesmo sabendo o que vai acontecer, porque a gente já conhece a história, você se sente preso até o fim. Tudo colabora para que o filme te prenda: a fotografia é maravilhosa, o figurino, maquiagem, as interpretações e principalmente, os efeitos especiais. Para quem já viu e para quem viu: o que é aquela cena que a Bela vai jantar pela primeira vez no castelo e os 'utensílios domésticos' começam a cantar e dançar? Maravilhosa!!!



Do início ao fim a versão live-action te remete a lembrança do filme em animação, mas notei alguns desdobramentos a mais, que talvez se façam necessários para a melhor compreensão do filme, mas sem tirar o foco da ideia central. Ah, também quatro músicas extras, em relação a animação. 



Olha, ainda que o filme se passe em uma aldeia francesa, que tinha um pensamento muito pequeno, a Bela conseguiu mostrar toda sua força e feminilidade ao longo do filme. Emponderada, dona de si, dos seus sonhos e suas metas. Gostei! 

O filme como o todo é apaixonante e nos trás a tona que é necessário se colocar no lugar do próximo (o que é bem difícil nos dias atuais) e aprender que, por trás de cada fera existem histórias, feridas e cabe a nós aceita-los como são. 

Já assistiram ao filme? Gostaram??
** imagens: reprodução/internet
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2016, o ano que me disse "você consegue"

Convenhamos, 2016 não foi um ano bom para muita gente. Já vi todo tipo de reclamação no meu feed do Facebook, desde a maratona de casais que estão se separando, até a perda de pessoas queridas. Mas, para mim, 2016 será lembrado como aquele amigo que sussurrou aos meus ouvidos "vai, você consegue". Não ganhei um Pulitzer, nem o Jabuti, não fui contratada na empresa onde fiz estágio por dois anos e nem me tornei a top blogueira que eu queria, mas as pequenas vitórias que conquistei ao longo do ano me fizeram perceber o quanto 2016 foi bacana comigo.



Queria muito, muito, muito mesmo arrumar um tempinho na minha ~intensa~ vida materna e investir mais em mim. Mais nos meus sonhos, nos meus desejos e nas pequenas coisas que estavam ao meu alcance, mas que eu não tinha tempo para fazer. Eu tinha o desejo de alimentar mais meu canal no youtube, mas sempre arrumava uma desculpa.  "Mês que vem compro a câmera e começo a gravar", ou "A luz não tá boa", ou "Hoje não, Faro, amanhã eu gravo" e sempre me perdia nas minhas promessas. O canal não está do jeito que eu queria, mas gravei mais. Gravei com  que tinha, com meu celular que já não presta mais como antes e que troquei de tela 2x por motivos de: ela pifou.

Ao longo de todo o ano fui acompanhando o crescimento do meu filho Pedro e aprendi. Nossa, como eu aprendi. Aprendi a ser mais paciente, aprendi a ler cada expressão que ele faz e lidar com as situações de conviver com um bebê espertinho. Amei ver seus dentinhos eclodindo, os primeiros passos, a primeira viagem de avião e a de ônibus também. Adorei ver como meu filho foi bravo e valente ao se permitir acordar às 5h30 para ir na universidade comigo ao longo de um semestre e meio. Dias difíceis, mas que me provou o quanto sou forte.

Hoje Pedro risca minhas paredes, pisa nos meus livros, morde o controle da TV e sempre a desliga nos momentos que eu mais quero ver o que se passa na 'tele tela', mas eu sempre tento encarar da forma mais leve o possível. Em 2016 aprendi isso, aprendi a ser leve.

Neste ano que já já se encerra, separei um lugar no meu coração para o perdão e me senti 500x mais leve, sabe? As tragédias que aconteceram ao longo do ano me fizeram refletir que as pessoas são voláteis, hoje são amargas, amanhã doces, hoje elas existem, amanhã não mais, por isso decidir seguir meu caminho mais leve, sem rancor e tentei mostrar isso para quem em rodeava.

Em 2016 me conectei mais com Deus. Peguei o hábito de conversar com Ele mais vezes, não só na hora de dormir, ou acordar.... Falo com Ele no ônibus, enquanto asso carne, quando me sinto só. Em 2016 meu Wi-Fi com Deus não me deixou na mão.

Ah, neste ano aprendi também a me preocupar mais com o mundo e o que deixarei para o futuro da minha raça. Fico me perguntando se isso é coisa de quem vira mãe, ou as pessoas estão de fato se importando mais com o próximo. Aprendi a ter mais consciência com o meu lixo diário e aqueles ~não diários~, mas que poluem do mesmo jeito. Aprendi a não gastar com roupas e usar melhor o que eu tenho, ou o que comprei em brechós. Aprendi a me preocupar com quem faz minhas roupas e como vivem esses trabalhadores. Aprendi a ser mais humana e leve.

E por falar em leveza, se em 2015 eu terminei o ano me achando a baleia Orca, em 2016 decidi me amar mais e deu certo. ;)

Em 2016 eu conduzi a Tocha, viajei em família, entrei no MBA, comecei meu TCC, comprei em brechós, chorei, sorri, agradeci pela saúde da minha família, perdoei, evolui.

Valeu, 2016!


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Beijinhos, Geo